O pivô é real. Marte pode esperar. A Lua é o foco agora.

Na terça-feira, a NASA distribuiu US$ 600 milhões em dinheiro. Três empresas privadas pegaram a queda: Astrobotic, Firefly Aerospace e Intuitive Machines. Eles têm um trabalho. Consiga quatro missões até o final de 2028.

Desta vez não se trata apenas de plantar bandeiras. A agência precisa que esses módulos de pouso depositem cargas científicas cruciais. Pense neles como testes para um assentamento permanente.

Ryan Stephan, diretor interino de desembarques de carga da NASA para a iniciativa da Base Lunar, não adoçou a estratégia.

“Estamos construindo um campo de provas para as operações da MoonBase.”

Acelerando a cadência. Mais lançamentos. Aprendizagem mais rápida.

Um Rover reaproveitado

As botas humanas não tocam na poeira lunar há mais de cinco décadas. Antes de voltarmos, a NASA quer rodas lá.

Isso parece bastante simples, mas não é. Outros países como o Japão e a Índia conseguiram estacionar rovers na Lua recentemente. A NASA não. Nunca. É um buraco embaraçoso no currículo deles, na verdade.

Mas agora Jared Isaacman, o administrador que assumiu o comando em dezembro, tem uma solução. Ele pode enviar o rover PROMISE para lá, em vez de seu alvo original.

PROMISE significa Polar Rover para Observação, Mapeamento. E exploração in situ. Originalmente, estava destinado a Marte. Construído para conviver com Curiosidade e Perseverança no Planeta Vermelho. Agora, o destino mudou. O hardware permanece o mesmo.

“Estamos pensando muito agora em enviar PROMISE para a Lua”, disse Isaacman no evento para a imprensa.

Por que a mudança repentina? Ordem executiva. A administração Trump emitiu um em dezembro. Concentre-se na Lua. Aterrissar humanos até 2028 – seria o primeiro pouso desde a Apollo 17 em 1972. Iniciar a construção com tripulação até 2103.

Isaacman revelou o roteiro em março. Custa US$ 30 bilhões. Isso é íngreme.

Artemis IV é a dobradiça desta porta. Essa missão vê os astronautas da NASA atingirem a superfície lunar pela primeira vez em mais de 50 anos. Ainda não há data exata. Talvez na primeira metade de 202.

Em 2032, o objetivo passa de pousar para transportar tripulações para um habitat semipermanente próximo ao pólo sul lunar. Depois, 2036. Esse é o grande problema. Um posto avançado permanente. Alimentado por reatores nucleares.

A matemática por trás da missão

Os números parecem administráveis? Dificilmente. O plano envolve 79 lançamentos. Setenta e três módulos de pouso. Dez buggies lunares. Além de drones, módulos de habitat, infraestrutura.

Os novos contratos marcam o início desse esforço.

  • Astrobótico recebe US$ 297. milhão. Duas missões.
  • Máquinas Intuitivas recebe US$ 1.483 milhões. Uma missão.
  • Firefly Aerospace recebe US$ 1.442 milhões. Uma missão.

Todos os voos utilizam versões atualizadas de designs que já voaram. Mesmo hardware. Cargas úteis diferentes? Não. Eles carregam instrumentos idênticos.

O que essas cargas úteis fazem? Câmeras de alta tecnologia. Eles criam visualizações 3D do local de pouso. Por que? Assim, os cientistas sabem exatamente quais condições aguardam espaçonaves maiores mais tarde. Eles também implantam matrizes de navegação a laser. E sensores de radiação.

Joel Kearns, vice-associado de exploração da Diretoria de Missões Científicas, compara-o às estações meteorológicas da Terra.

“Ao voar com os mesmos instrumentos científicos em vários módulos de pouso… É como ter estações meteorológicas em diferentes locais da Terra.”

Coleta de dados. Segurança. A repetição cria confiabilidade.

Nós sabemos o que vem a seguir. O primeiro lançamento é iminente. O resto? Isso depende do orçamento e da política.

Nota: Esta história faz referência a uma linha do tempo futura em que Jared Isaacman é administrador da NASA, com base no texto fornecido.

O que acontece quando o dinheiro acaba? Ninguém sabe ainda. Os foguetes já estão no galpão.